Vamos Recordar? Véu de Noiva

No final da edição de semana passada, abrimos uma enquete para você leitor votar e escolher a edição de hoje. Entre as três colocadas estavam: Véu de Noiva (1969), O Feijão e o Sonho (1978) e Sete Pecados (2007). E após uma disputa encerrada entre “Véu” e “Sete”, Véu de Noiva de Janete Clair foi a escolhida. VEJA!

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A TV Globo divulgou seu primeiro folhetim realista com a chamada: “Em Véu de Noiva tudo acontece como na vida real”.

TRAMA PRINCIPAL

Véu de Noiva foi o primeiro grande sucesso de Janete Clair no horário das 20h da TV Globo. A trama, baseada em Vende-se um Véu de Noiva, radionovela escrita pela autora para a Rádio Nacional, marcou a aposta da emissora em uma teledramaturgia moderna, com histórias contemporâneas, próximas da realidade brasileira e constituídas por diálogos coloquiais. A primeira novela urbana da TV Globo sepultou os melodramas ambientados em épocas e países distantes, que tinham como uma de suas grandes referências a literatura estrangeira – fase atribuída à autora cubana Glória Magadan, então responsável pelo núcleo de produção de telenovelas da emissora. Temas comuns ao dia a dia dos telespectadores entraram em pauta, como os conflitos familiares e as diferenças sociais.

Cláudio Marzo e Regina Duarte em cena de Véu de Noiva

A novela tem como cenário o Rio de Janeiro e traz Regina Duarte no papel de Andréa, moça de família humilde que está de casamento marcado com o pianista Luciano (Geraldo Del Rey). Ele, porém, tem um caso com sua irmã, Flor (Myriam Pérsia). No dia do casamento, após descobrir o envolvimento dos dois, Andréa sofre um acidente de carro com o noivo e o  piloto de corridas Marcelo Montserrat (Cláudio Marzo). O carro de Marcelo vem em direção contrária ao de Luciano, e os dois se chocam num grave acidente. Luciano se fere nas mãos, e Andréa ganha uma cicatriz no rosto.

Durante o período de internação, Andréa, que já conhecia Marcelo – ela sempre acompanhou pelo rádio sua atuação nas pistas de corrida – apaixona-se pelo piloto, tendo como rival a vilã Irene (Betty Faria), noiva do rapaz. Andréa e Marcelo se casam em segredo, numa cerimônia íntima, contrariando a mãe dele, Helena (Glauce Rocha), que não aprova a união. Sob os cuidados do renomado cirurgião plástico Dr. Jorge Albertini (Álvaro Aguiar), Andréa aguarda o momento de fazer uma cirurgia na face.

Betty Faria e Cláudio Marzo em cena de Véu de Noiva

Luciano abandona Flor ao descobrir que ela está grávida. Como ela não quer assumir o filho sozinha, por vergonha de ser mãe solteira, entrega a criança para a irmã. Algum tempo depois, Flor se casa com Armando (Carlos Eduardo Dolabella), que quer ter filhos. Ao saber que não pode mais ser mãe, Flor resolve pedir seu filho de volta. As irmãs passam a disputar a guarda da criança. O caso chega aos tribunais, e Andréa vence a disputa.

No decorrer da trama, Luciano é assassinado, e sua morte levanta suspeitas sobre vários personagens da história.

TRAMAS PARALELAS

Renato Madeira e a família Montserrat

Os negócios da fábrica de tecidos da Família Montserrat não vão bem, e a casa da família é hipotecada. O advogado Armando (Carlos Eduardo Dolabella) tenta convencer Eugênio (Ênio Santos) a vender a fazenda para tentar escapar da falência, mas ele tem uma relação afetiva com o lugar, que era adorado por sua primeira esposa, Roberta, irmã de Rita (Ana Ariel). Sua atual mulher, Helena (Glauce Rocha), quer que o marido venda logo a propriedade, que considera “um lugar amaldiçoado”. Helena, na verdade, esconde um segredo. No passado, ela e Felício Madeira (Gilberto Martinho) armaram um plano para assassinar Roberta.

Felício trabalhava na fazenda e teve um romance secreto com Roberta que, no entanto, rompeu com ele. Como Helena queria ficar com Eugênio, ela e Felício planejaram a morte da jovem, que já estava casada com Eugênio e tinha 23 anos na época. O filho de Roberta e Eugênio, Renato (Cláudio Cavalcanti), acabou virando filho adotivo de Felício e Rita. Eugênio nunca desconfiou de nada, nem de que Renato é seu filho. Em troca, Helena dava dinheiro a Felício, que sempre contou a Renato que o rapaz era filho de um colono amigo seu, e que sua mãe teria morrido quando ele nasceu, tendo a família Montserrat pedido para ele cuidar da criança. Ao longo da trama, Renato descobre a verdade sobre sua origem.

Quem matou Luciano?

A morte de Luciano (Geraldo Del Rey) é desvendada somente no final da trama. A assassina é Rita (Ana Ariel), inconformada por ele ter levado a desgraça à sua família: enquanto estava de casamento marcado com uma de suas filhas, Andréa (Regina Duarte), engravidou a outra, Flor (Myriam Pérsia).

Apaixonado por Flor, Luciano tentou desfazer o noivado com Andréa, chegando a procurar Felício (Gilberto Martinho) para explicar que recebera uma proposta de trabalho no exterior e que pensava em romper o compromisso. O pai da noiva não aceitou o rompimento, alegando que, após dez anos de noivado, Andréa não teria pretendentes. Felício disse para o futuro genro casar-se e levar Andréa com ele. Mas Luciano não conseguiu reprimir a paixão por Flor, e o término da relação com Andréa foi inevitável. Mais tarde, ele também abandona Flor, ao descobrir sua gravidez.

Myriam Pérsia e José Augusto Branco em Véu de Noiva

Interessado em tornar-se um pianista reconhecido internacionalmente, Luciano aceita se casar com Maria Eduarda (Djenane Machado) a pedido da mãe da moça, Lurdes (Neuza Amaral), que também é pianista e promete ajudá-lo na carreira. No entanto, mesmo sabendo que Andréa está casada com Marcelo (Cláudio Marzo), Luciano volta a assediá-la, deixando o piloto furioso. Depois rompe com Eduarda, de forma agressiva, provocando a ira da família da jovem, especialmente de seu irmão, Sérgio (José Augusto Branco). O músico consegue despertar o ódio de vários personagens.

No capítulo 54, Luciano recebe uma conhecida em casa, que lhe pede para passar a noite ali. Enquanto a moça, embriagada, dorme em um dos quartos, ele toca piano e não percebe quando alguém se aproxima, sorrateiramente. Ao virar-se, é alvejado com vários tiros. Um fotógrafo que aguardava por Luciano, sentado na escada em frente à porta do pianista, bate uma foto do criminoso quando este deixa o apartamento. A jovem que estava hospedada na casa da vítima, após acordar do porre com o som dos tiros, fica transtornada com a cena. Como o porteiro a vê com a mão na arma, ela foge, deixando sua bolsa com identificação, e torna-se a principal suspeita do crime.

Em meio à investigação policial, Marcelo também vira suspeito, acusado pela mãe do pianista. Mas o piloto tem um álibi: passou a noite fazendo companhia a Irene (Betty Faria), que havia ligado para ele ameaçando se matar. A proximidade de Irene e Marcelo desagrada Andréa. Para piorar, Irene chantageia a enfermeira Dulce (Suzana Faíni) e a faz trocar o exame de Andréa com o de uma paciente que, de forma alguma, poderia se submeter a uma cirurgia como a que a jovem pretende fazer para se livrar da cicatriz no rosto. As intrigas de Irene e as desconfianças mútuas entre o casal – Andréa acha que Marcelo só se casou com ela por sentimento de culpa, por ter provocado o acidente, e Marcelo pensa que a jovem só se tornou sua esposa para não prejudicar a carreira dele nas pistas – acabam por abalar a relação dos dois.

ELENCO

Elenco:
Álvaro Aguiar
Ana Ariel – Rosa
Betty Faria – Irene Agnes Fontoura
Carlos Eduardo Dolabella – Armando
Cláudio Cavalcanti – Renato Madeira
Cláudio Marzo – Marcelo Montserrat
Darlene Glória – Leda Dary Reis
Djenane Machado – Maria Eduarda
Emiliano Queiroz – Tomaz
Ênio Santos – Eugênio
Fernando José
Geraldo Del Rey – Luciano
Gilberto Martinho – Florêncio
Glauce Rocha – Helena
Gracinda Freire
Henriqueta Brieba
Ida Gomes
Jorge Cherques
Jorge Coutinho
José Augusto Branco – Sérgio
Júlio César – Antônio Lopes
Julio Garcia
Lícia Magna
Lourdinha Bittencourt
Mary Daniel – Mariana
Milton Gonçalves
Myriam Pérsia – Flor
Myrian Pires – Mariana
Neuza Amaral
Oswaldo Loureiro
Paulo José – Zé Mário
Regina Duarte – Andréa
Roberto Argolo
Rogério Fróes
Suzana Faini
Suzana de Moraes – Suzana
Zeni Pereira
Zilka Sallaberry – Tia Cora

PRODUÇÃO

Marzo e Betty Faria

Em busca de uma narrativa moderna, inovações foram testadas na captação e edição de imagens da novela, que passaram a ser mais ousadas, segundo o diretor Daniel Filho. O road movie americano Easy Rider (1969), de Dennis Hopper, um dos clássicos do momento, serviu de referência para a montagem de algumas cenas.

Para gravar as cenas externas, a direção levava para as ruas as pesadas câmeras utilizadas em estúdio, as TK 60, também usadas nas coberturas de futebol.

CURIOSIDADES

O assassinato de Luciano foi uma artimanha criada pela autora para contornar a saída de Geraldo Del Rey da novela. Ele pediu licença para deixar a trama, por volta do capítulo 30, após aceitar um convite de trabalho na TV Tupi. Para justificar a ausência do ator, Janete Clair escreveu a morte do personagem, e lançou o bordão “Quem matou Luciano?”, criando um novo gancho na trama. Por conta da reviravolta no enredo, Paulo José entrou na novela para viver um fotógrafo que podia desvendar o mistério. Detalhe: quem disparou tiro que matou Luciano, nas gravações, foi o próprio diretor Daniel Filho.

A disputa pela guarda do filho de Flor (Myriam Pérsia) mobilizou o público. O diretor Daniel Filhosolicitou ao juiz de menores Eliézer Rosa que fosse preparado um júri para decidir com quem a criança ficaria no final da novela. Nem Janete Clair sabia qual seria a decisão. O julgamento foi gravado sem ensaio. No final, Andréa (Regina Duarte) ficou com a criança. A sentença surpreendeu Regina Duarte e Myriam Pérsia, que, orientadas pela direção, improvisaram em cena, a partir de suas emoções.

Véu de Noiva foi a primeira novela de Regina Duarte na TV Globo. Na época, o jornal O Globo destacou a estreia da atriz na emissora do Rio: “Só mesmo Andréa traria Regina Duarte para a Globo.” Muito conhecida em São Paulo, Regina Duarte iniciou na carreira na novela A Deusa Vencida (1965), na extinta TV Excelsior. A escalação de uma atriz paulista de grande sucesso foi um dos esforços da TV Globo para conquistar o público de São Paulo.

A novela também marcou a estreia de Paulo José na TV Globo. O ator estava no auge do sucesso alcançado com o filme Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, e chegou a ser disputado pela Globo e pela Tupi.

Em sua tentativa de aproximar a novela da realidade contemporânea, Janete Clair lançou mão da participação de personalidades famosas na trama, como o poeta Vinicius de Moraes e o cronista Carlinhos Oliveira, o que despertou a atenção do público jovem.

O personagem Marcelo foi inspirado no piloto brasileiro de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, que despontava nas pistas de todo mundo e se tornaria o piloto mais jovem a conquistar um título na categoria, em 1972. Nessa época, as corridas ainda não eram disputadas no Brasil, mas o piloto escocês Jackie Stewart, de passagem pelo país, chegou a gravar uma participação especial na novela.

Dias Gomes e Janete Clair, marido e mulher, inovaram ao cruzar a trajetória de personagens de duas novelas diferentes exibidas à mesma época. Flor (Myriam Pérsia), de Véu de Noiva, de autoria deJanete Clair, ao procurar um tratamento para engravidar, foi se consultar com o médico Flávio (Paulo Goulart), de Verão Vermelho (1969), escrita por Dias Gomes. A sequência foi gravada duas vezes, uma para cada novela.

A partir de Véu de Noiva, Regina Duarte passou a fazer par romântico com Cláudio Marzo, com quem contracenaria em Irmãos Coragem (1970), Minha Doce Namorada (1971) e Carinhoso (1973).

Para interpretar Renato Madeira, Cláudio Cavalcanti se esmerou para que os gestos do personagem, que era gago, não coincidissem com suas falas, o que acentuava suas dificuldades. Renato Madeira fez um grande sucesso na trama. O papel foi idealizado por Daniel Filho com base em Alessandro, um personagem epilético vivido pelo ator colombiano Lou Castel no filme I Pugni In Tasca (De Punhos Cerrados / 1965), de Marco Bellocchio.

Ao longo da história, Míriam Pires substituiu Mary Daniel no papel da personagem Mariana.

Nos scripts da novela, chamam a atenção expressões populares usadas na época. “Arriscar um olho”, por exemplo, significava “paquerar”.

Antigamente, as novelas não estreavam necessariamente em uma segunda-feira, como passou a ser instituído tempos depois. A estreia de Véu de Noiva, curiosamente, foi em uma terça-feira.

TRILHA SONORA

Véu de Noiva foi a primeira novela a ter uma trilha sonora concebida especialmente para a trama. Concebida por Daniel Filho e Nelson Motta, a trilha virou disco, lançado pela Philips, e foi um sucesso de vendas, alcançando 70 mil cópias. O disco continha 11 faixas, sendo sete músicas diferentes e variações sobre quatro temas apresentados antes.

A experiência iniciada com o folhetim de Janete Clair, estendida às novelas Verão Vermelho (1969), Pigmalião 70 (1970) e Assim na Terra Como no Céu (1970), levou à criação da Som Livre e mudou o mercado de discos no Brasil. Compor músicas para novelas, anteriormente visto com ressalvas, transformou-se no sonho de consumo de muitos compositores brasileiros. Antes de Véu de Noiva, as inserções musicais ficavam a cargo do sonoplasta. Os personagens não tinham tema musical próprio.

A trilha sonora de Véu de Noiva pertence ao catálogo da gravadora Universal Music e foi reeditada em CD no Japão, no final dos anos 1990.

A música Teletema, de Tibério Gaspar e Antônio Adolfo, interpretada pela cantora Regininha, foi um dos maiores hits do ano. A letra dizia: “Rumo, estrada turva, sou despedida/ Por entre lenços brancos de partida/ Em cada curva sem ter você vou mais só”.

Outro destaque foi a canção que Chico Buarque de Hollanda enviou do exílio, na Itália: Gente Humilde, composta em parceria com Vinicius de Moraes, sobre uma canção do violonista Garoto (Aníbal Augusto Sardinha). A música se adequava às cenas estreladas pela família pobre de Andréa (Regina Duarte), que morava no subúrbio do Rio.

A personagem Irene (Betty Faria) seria chamada inicialmente de Lúcia. Segundo Daniel Filho, Janete Clair concordou em trocar seu nome depois que ele e Nelson Motta escolheram como tema da personagem a canção Irene, composta por Caetano Veloso antes de sua partida para o exílio na Inglaterra. A gravação utilizada na novela foi a do registro, ao vivo, de uma apresentação de Elis Regina, intérprete da música, no Teatro da Praia, em Copacabana. Para usar a gravação na novela, era preciso cortar seu início, para que não se ouvissem os aplausos.

O tema de abertura de Véu de Noiva é a música instrumental Azimuth (Mil Milhas), composta por Novelli e pelos irmãos Paulo Sérgio e Marcos Valle, com arranjo de orquestra. Azimuth (Mil Milhas)chegou a ser usada como tema de abertura das transmissões de Fórmula 1 pela TV Globo.

Tema de Luciano
Compositores: César Camargo Mariano
Intérprete: Luiz Eça

Teletema – Tema de Andréa e Marcelo
Compositores: Antônio Adolfo/ Tibério Gaspar
Intérprete: Regininha

Azimuth (Mil Milhas) – Tema de Marcelo e tema de abertura
Compositores: Marcos Valle/ Novelli
Intérprete: Apolo VI
 
Gente Humilde
Compositores: Garoto/ Vinicius de Moraes/ Chico Buarque
Intérprete: Márcia

Depois da Queda – Tema de Flor
Compositores: Roberto Menescal
Intérprete: Roberto Menescal

Irene
Compositores: Caetano Veloso
Intérprete: Elis Regina

Andréa
Compositores: Dori Caymmi/ Nelson Motta
Intérprete: Joyce

Azimuth – Tema de Marcelo & Tema de abertura
Compositores: Marcos Valle / Novelli
Intérprete: Apolo VI
 
Teletema – Tema de Andréa e Marcelo
Compositores: Antônio Adolfo / Tibério Gaspar
Intérprete: Regininha e Laércio

Irene
Compositores: Caetano Veloso
Intérprete: Wilson das Neves

Abertura
Compositores: Guilherme Dias Gomes
Intérprete: The Youngsters

Teletema
Compositores: Antônio Adolfo/ Tibério Gaspar
Intérprete: Claudio Roditi

ABERTURA

A abertura de Véu de Noiva, que mostra imagens de uma corrida de Fórmula 1, foi idealizada pelo próprio diretor da trama, Daniel Filho. Segundo ele, nessa fase da emissora quase todas as aberturas de novelas eram criadas por seus respectivos diretores. Outras eram concebidas pelo cenógrafo e diretor de arte Cyro Del Nero.

DIVULGAÇÃO

A TV Globo divulgou seu primeiro folhetim realista com a chamada: “Em Véu de Noiva tudo acontece como na vida real.” Na propaganda impressa, o subtítulo “Novela verdade” vinha abaixo do título da produção. Era uma forma de chamar a atenção do público para a modernização da teledramaturgia da emissora, implementada após a saída da novelista Glória Magadan do núcleo de produção de telenovelas. Com Véu de Noiva e Verão Vermelho, ambas de 1969, a TV Globo passou a investir em tramas pautadas pela busca da verossimilhança, aproximando a ficção da realidade dos telespectadores.


Gostaram? Essa foi a edição escolhida pelo público. E você é que vai escolher a edição de semana que vem também, das três abaixo? Qual você quer relembrar semana que vem?


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10 comentários em “Vamos Recordar? Véu de Noiva

      1. ahh obrigada por responder! adorei seu post encontrei coisas aqui que não tinha em lugar algum, a briga de marcelo e andréa, por exemplo! não vi essa novela, não era nem nascida kk, mas sou fã da Regina e principalmente o par romântico Claudio Marzo!

        Curtido por 1 pessoa

      2. Realmente a Regina e o saudoso Cláudio faziam par românticos ótimos, foram em Véu de Noiva, Irmãos Coragem (1970), Minha Doce Namorada (1972) e Carinhoso (1973). Continue participando e comentando em nossos post e fique ligado em nosso site, que ta chegando muitas novidades 😉

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