Descaminhos – capítulo 8

Resumo do Capítulo: No capítulo de hoje, o ponto forte será a revelação de Giovanna á Jonas, ela dirá que estava com ele para se vingar por tudo que o pai dela passou nas mãos da família Albuquerque diante de Susana! Leiam! 

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Descaminhos

Novela de Débora Costa


Personagens

Luigi Fiore

Giovanna Fiore

Enrico Salvatore

Paola Fiore

Carlo Mantovani

Mirella Fiore

Vitor Albuquerque

Elis Albuquerque

Jonas Albuquerque

Isaque Munhoz

Susana Albuquerque

José Almeida

Ana Clara Carvalho

Bruno Almeida

Nice Almeida

Silvio Almeida

Helena

Vitório Fiore

Doménica Fiore

PARTICIPAÇÕES:

Sérgio Medeiros – Investigador

Augusto Lopez – Delegado

Rafael Almeida – Policia Militar



Capítulo 8

Sérgio Medeiros – Investigador

Augusto Lopez – Delegado

Rafael Almeida – Policia Militar

Cena 1

Delegacia

AUGUSTO: (olhando a foto do pedaço de pele de Mario) Eu nunca vi isso… Que tipo de doente faz isso?

RAFAEL: É de arrepiar…

SÉRGIO: (sorri) Sim, mas com isso nosso assassino deixa uma pista importante… A caligrafia dele.

AUGUSTO: Temos, mas não temos suspeitos para compararmos a caligrafia.

SÉRGIO: Eu vou comparar com todas as pessoas que conviviam com ele, desde vizinhos do apartamento até os funcionários da indústria alimentícia Fiore.

AUGUSTO: Você pode começar hoje mesmo, leva Rafael com você… (olhando a foto) É cada louco que aparece hoje em dia.

Cena 2

Vila/ Casa de Helena/Sala

ANA CLARA: Você viu o caso do homem que acharam morto dentro do carro? Com os pulsos cortados?

HELENA: Não, ele se matou?

ANA CLARA: Que nada! Amarram ele no volante do carro e cortaram os pulsos dele, não se falou outra coisa ontem no restaurante.

HELENA: Eu hein… Olha! Fiquei toda arrepiada! E por que vocês ficaram falando disso lá?

ANA CLARA: Os donos do restaurante são os mesmo donos de onde o homem trabalhava.

HELENA: (olhando Ana Clara) Como esse homem se chamava?

ANA CLARA: Mario.

HELENA: (aliviada) Ah… Coitado.

ANA CLARA: Helena… Quem você pensou que fosse?

HELENA: Ninguém.

ANA CLARA: Fala… Somos amigas ou não? (sorri).

HELENA: Claro que somos… É que é uma história muito ruim… Bem… Meu ex-namorado, esse que vivo falando, se chama Isaque, e ele trabalha na empresa da família Fiore.

ANA CLARA: Entendi… Posso ser mais atrevida? O que aconteceu entre vocês?

HELENA: Da minha parte muito amor… Isaque era tudo pra mim, até que ele me deixou para ficar com a Giovanna… Foi ai que vi o quanto Isaque era ambicioso, não se importou com meus sentimentos e nem com os dele, cresceu o olho no dinheiro deles, mas ele se deu mal, não passou muito tempo e ela viu quem é Isaque, ele roubou uma ideia que ela teve, e não deu outra, eles terminaram.

ANA CLARA: (olhando Helena) Quanto tempo vocês ficaram juntos?

HELENA: Cinco anos… Por isso que eu te falo Ana Clara, conheço José não é de hoje e sei que ele deseja subir na vida de qualquer jeito, ele fez a mãe dele pagar sem poder a faculdade e cursos de idioma para ele, a coitada fazia das tripas coração para pagar os estudos dele.

ANA CLARA: E o pai dele? Não ajudava?

HELENA: Em nada, Silvio dizia que José tinha que trabalhar para pagar os estudos, e que não colaboraria com um centavo, Bruno teve que começar a trabalhar para ajudar a mãe.

ANA CLARA: (sorri) Bruno é um amor de pessoa.

HELENA: É mas o seu coração escolheu outro não foi?…

ANA CLARA: Talvez… Não sei ainda o que sinto por José.

HELENA: Não precisa mentir, está na cara que ele já te conquistou, mas toma cuidado… Não quero te ver sofrendo pelos cantos.

ANA CLARA: (pensativa).

Cena 3

Ind. Alimentícia Fiore

VITÓRIO: (entra, sorrindo, vai até a recepção) Bom dia, onde fica a administração?

RECEPCIONISTA: O senhor é?…

VITÓRIO: Vitório Fiore, em breve você vai me ver muito aqui porque sou um dos donos.

RECEPCIONISTA: Seu Vitório me desculpe, mas o senhor só pode ir até a administração se eu for autorizada pelo senhor Luigi, seu Carlo ou dona Giovanna, o senhor se importa se eu telefonar para um deles?

VITÓRIO: Claro que me importo, estou falando que sou um dos donos e tenho todo o direito de estar aqui e poder entrar na administração, quero conhecer a empresa.

RECEPCIONISTA: Eu entendo, mas se eu permitir que o senhor entre sem que um de meus patrões tenha me avisado, posso perder o meu emprego.

VITÓRIO: Pois diga que você não deixou e mesmo assim entrei.

GIOVANNA: (se aproxima) Você não vai entrar aqui Vitório.

VITÓRIO: (sorri) E quem vai me impedir?

GIOVANNA: Eu, e se você insistir peço para os seguranças te colocar para fora a força.

VITÓRIO: Eu tenho todo o direito de conhecer a minha empresa.

GIOVANNA: (sorri) Vitório acho que você não entendeu… Eu não vou cair nessa sua conversa de herança, e mesmo se ela existisse, seu pai jamais poderia te deixar algo que nunca pertenceu a ele.

VITÓRIO: (se aproxima de Giovanna) Posso falar um minuto com você em particular?

GIOVANNA: Não.

VITÓRIO: Acho melhor você me ouvir em particular, porque se eu falar perto de todo mundo aqui o que quero, sua reputação vai para o buraco.

GIOVANNA: (olha a recepcionista) Me dá a chave da nova sala do departamento pessoal.

RECEPCIONISTA: (entrega a chave á Giovanna) Aqui está dona Giovanna.

GIOVANNA: (pega a chave, olha Vitório) Vem comigo.

VITÓRIO: (sorri, vai com Giovanna na sala que fica ao lado da recepção).

Cena 4

Departamento Pessoal

GIOVANNA: (entra, olha Vitório) O que você quer?

VITÓRIO: (sorri) Prima eu quero te avisar, que se você não me deixar ocupar o lugar que me pertence aqui… Vou acabar com você.

GIOVANNA: (olhando Vitório, o enfrenta) Eu posso saber como?

VITÓRIO: (se aproxima de Giovanna) Você não se lembra da nossa adolescência… (sorri) Do tempo que estivemos juntos.

GIOVANNA: Cala a boca! Eu não quero falar sobre isso! (vai saindo).

VITÓRIO: (segura os braços de Giovanna forte, a encara) Mas eu quero! E quero que você preste atenção!

GIOVANNA: Me solta!

VITÓRIO: (encosta Giovanna na parede a segurando, a olhando nos olhos) Você lembra quando ficou grávida, e que nós dois decidimos que interromper a estupidez que aconteceu seria a melhor solução?

GIOVANNA: (fica com vontade de chorar, não responde, olha Vitório com raiva).

VITÓRIO: (grita) Responde!

GIOVANNA: Sim…

VITÓRIO: (sorri) Aposto que seu papai tão querido e amado não sabe disso…

GIOVANNA: (tenta se soltar).

VITÓRIO: (a segura mais forte, com raiva) Se você insistir em me barrar aqui e em casa, vou ter o maior prazer em contar tudo á nossa família… Fui claro!

GIOVANNA: (com raiva, as lagrimas escorrem) Eu vou acabar com você!

VITÓRIO: (da risada) Você não tem nada contra mim. (joga Giovanna no chão) Eu vou entrar e ninguém vai ficar no meu caminho. (sorri, sai).

GIOVANNA: (começa a chorar, está com raiva) Desgraçado!

Cena 5

Mansão Fiore/Sala

ENZO: (se aproxima de Doménica) Mamma, eu vou dar uma volta.

DOMÉNICA: Está bem querido. (sorri).

LUIGI: (sai do escritório com José, olha Enzo) Se meu filho tivesse interesse pelos negócios não precisaria contratar um assistente.

ENZO: (sorri) Pense pelo lado bom babbo, você deu emprego á mais uma pessoa, boa sorte, você vai precisar. (beija o rosto de Doménica, sai).

DOMÉNICA: (da risada) José, não ligue para essas coisas, aqui em casa isso é comum.

JOSÉ: (sorri) Família é família em todo lugar, não muda.

CARLO: (desce as escadas) Paola já chegou?

LUIGI: Não, acho que ela vai demorar.

CARLO: Vai?… Então tudo bem, também vou sair.

LUIGI: Você tem que se recuperar, o braço está quebrado.

CARLO: Isso é o de menos na minha vida… (sai).

DOMÉNICA: (pensativa) Tenho medo quando vejo Carlo assim… Ele pode fazer uma besteira.

Cena 6

Agencia de Modelos

ALEXANDRE: (entrega um cheque á Paola).

PAOLA: O que e isso?

ALEXANDRE: O seu pagamento. (sorri).

PAOLA: (olha o cheque da risada) Embora eu não precise, sempre é bom ter dinheiro.

ALEXANDRE: Suas fotos são as mais vistas, pessoas me procuraram para saber mais sobre você, querem fazer entrevista, outras querem te contratar para fazer comerciais.

PAOLA: (sorri) É mesmo? Estou gostando disso.

ALEXANDRE: É só você aceitar minha ajuda Paola e sua vida ira mudar radicalmente.

PAOLA: (sorri) Isso é tudo o que eu quero.

ALEXANDRE: Fico feliz em saber disso, vou escolher as propostas mais importantes e lucrativas.

PAOLA: Faça como achar melhor, confio em você. (ascende um cigarro, fuma).

ALEXANDRE: Que ótimo. (sorri)

PAOLA: Eu vou indo, vou passar no shopping.

ALEXANDRE: Antes eu quero te apresentar uma pessoa, vocês vão se dar bem.

PAOLA: Que tipo de pessoa é?

ALEXANDRE: É uma modelo, se chama Alanis Mendel, ela também está começando agora.

PAOLA: Então é a minha rival?

ALEXANDRE: Não, acho que vocês duas irão formar uma ótima dupla.

PAOLA: Está bem, vou conhecer ela.

ALEXANDRE: (leva Paola até o camarim).

Cena 7

Camarim

ALANIS: (está se maquiando, olha Paola pelo espelho, sorri) Olá.

PAOLA: (olhando Alanis) Oi.

ALEXANDRE: Alanis vim te apresentar á Paola.

ALANIS: (se levanta, se aproxima, sorri) Gostei muito das suas fotos.

PAOLA: Obrigada.

ALEXANDRE: Eu já volto meninas. (sai).

PAOLA: O que você está fazendo agora?

ALANIS: Terminando de fotografar para um catalogo de moda, e você?

PAOLA: Eu só vim conversar com Alexandre, mas já estou indo, vou até o shopping.

ALANIS: Podemos ir juntas, só falta mais algumas fotos, se você não se importar em esperar…

PAOLA: Eu espero sim, não gosto de sair sozinha, acompanhada é melhor. (sorri).

ALANIS: (sorri) Acho a mesma coisa, e também é uma oportunidade de nos conhecermos.

PAOLA: Concordo, então vá se arrumar, não vou mais te atrapalhar, te espero na sala do Alexandre. (sorri, sai).

Cena 8

Ind. Alimentícia Fiore/Sala de Giovanna.

GIOVANNA: (está com o rosto molhado porque chorou um tempo, se olha no espelho, enxuga as lágrimas, pega maquiagem na bolsa).

ENRICO: (entra) Giovanna, a Camila me disse que você estava aqui…

GIOVANNA: (interrompendo Enrico, brava) Você não sabe bater antes de entrar? Sai daqui!

ENRICO: (a olha muito)… O que você tem?

GIOVANNA: Vai embora!

ENRICO: (se aproxima de Giovanna) Você estava… Chorando?

GIOVANNA: (abaixa a cabeça, as lagrimas escorrem) Enrico… Não me faça gritar, sai daqui…

ENRICO: Não vou sair… Nunca te vi assim. (se senta ao lado de Giovanna) Eu sei que… Não nos conhecemos direito… Mas quero que você saiba que pode contar comigo.

GIOVANNA: (olha muito Enrico) Eu não confio em ninguém… Por que deveria confiar em você?

ENRICO: (olhando Giovanna) Porque eu… Gosto de você te acho uma mulher interessante.

GIOVANNA: (sorri um pouco) Sei… Olha conta outra porque essa não cola mais, me deixa sozinha.

ENRICO: (segura a mão de Giovanna, a olha) Você não quer me contar o que aconteceu?

GIOVANNA: (tira a mão de Enrico, o olha séria) Você quer saber porque eu estou assim? Vou te contar, quem sabe assim você desiste de mim.

ENRICO: Duvido muito…

GIOVANNA: (olhando Enrico) Não sei se você já viu um idiota por ai falando que também é dono da empresa, ele se chama Vitório e é meu primo, quando éramos adolescentes nós tivemos um caso… E eu fiquei grávida… Da mesma forma que eu achei uma loucura ele também… E decidi tirar o bebê… (fecha os olhos) Mas eu estava com medo que minha família descobrisse e… Fui a uma clinica clandestina… (olha Enrico, as lágrimas escorrem) Á noite passei muito mal, tive febre, e doía muito, tive que contar á mamma… Pedi á ela que não contasse ao babbo… Ela me levou no hospital, disseram que… Eu teria que remover o útero… (chora).

ENRICO: (a olha muito)

GIOVANNA: (sorri entre as lágrimas olhando Enrico)… Por eu não querer um filho, perdi a oportunidade de ter outros que poderia querer… (enxuga ás lágrimas, abaixa a cabeça) Se você contar isso á alguém… Acabo com você.

ENRICO: (sem saber o que fazer a olha) Eu não vou contar á ninguém… Eu sinto muito pelo que aconteceu…

GIOVANNA: (olha Enrico) Eu também… Agora… Me deixa em paz… Preciso me recompor para sair daqui.

ENRICO: (olhando Giovanna).

GIOVANNA: (brava) Por que está me olhando assim!

ENRICO: (a abraça, fecha os olhos).

GIOVANNA: (não abraça Enrico, fecha os olhos).

ENRICO: (vai soltando Giovanna devagar, a olha muito)… Eu já vou. (se levanta, vai saindo).

GIOVANNA: Enrico…

ENRICO: (a olha).

GIOVANNA: Esquece o modo que você me encontrou aqui… Não sou assim e você sabe.

ENRICO: (sorri um pouco) Eu sei que você e uma mulher forte e importante, mas não quero esquecer o que vi… Seu lado humano é tão interessante quanto o seu lado forte. (sai).

GIOVANNA: (sorri um pouco).

Cena 9

Mais Tarde/Rua

ENZO: (está no carro de Elis, a olha sorri) Seus pais já viram o seu presente?

ELIS: Não… Na minha casa está tendo um problema…

ENZO: Entendo…

ELIS: Meu pai está se separando da minha mãe, ele tirou o pouco que restava dela… Agora eu não sei o que fazer… A nossa situação vai complicar mais, vamos ter que vender nossa casa e ir para uma menor, eu não me importo com isso, mas a minha mãe sim.

ENZO: Você se formou?

ELIS: Sim, mas digamos que a profissão que escolhi não agradou a minha mãe, por ela eu nem trabalharia, sou professora de inglês, mas está difícil arrumar um emprego… Meu sonho mesmo era abrir uma escola de idiomas…

ENZO: (sorri) Com você eu prestaria atenção em todas as aulas.

ELIS: (da risada) Sabe que você não é tão chato quando quer garoto.

ENZO: (sorri) Elis… Estou apaixonado por você.

ELIS: Não está não, sei bem qual é a sua fama.

ENZO: Não vou mentir, troco de mulher como quem troco de camisa, mas eu estou sentindo por você o que nunca senti com nenhuma delas… E não quero perder a oportunidade de te falar…

ELIS: (sorri) Já falou…

ENZO: E eu quero um beijo. (sorri).

ELIS: (da risada) Agora já está abusando.

ENZO: (beija Elis).

ELIS: (beijando Enzo o olha muito, sorri) Quem mandou me beijar?

ENZO: (da risada, beija Elis).

Cena 10

Mansão Fiore/Escritório

GIOVANNA: (entra, olha Luigi sorri) Babbo… Eu tenho um presente para você.

LUIGI: (sorri) Oi meu anjo, o que é?

GIOVANNA: (entrega um documento enrolado com um laço vermelho, sorri) Abre.

LUIGI: (abre o documento, lê) Mas… Isso é a empresa dos Albuquerque e… Em meu nome. (olha Giovanna).

GIOVANNA: (sorri feliz) Isso mesmo, eu comprei ela para você, agora você pode fazer o que desejar com ela, vender, demolir, usar para nossa empresa, enfim… É sua babbo… O lugar onde você foi humilhado agora te pertence e a família está falida.

LUIGI: (olhando Giovanna, emocionado) Meu amor… Como você conseguiu isso?

GIOVANNA: Não importa babbo, importa que eu consegui o que queria… (sorri) Te entregar de bandeja esse lugar.

LUIGI: (se levanta, abraça Giovanna) Grazie! Eu vou demolir esse lugar maldito e abrir um restaurante novo.

GIOVANNA: (abraçada sorri, olha Luigi) Ótima ideia!… Te amo babbo.

LUIGI: E eu á você meu anjo.

GIOVANNA: Agora eu preciso me arrumar, tenho um jantar importante hoje.

LUIGI: (olha Giovanna orgulhoso, sorri) Vai lá Giovanna, depois quero comemorar com você.

GIOVANNA: Claro! Amanhã podemos fazer algo especial.

MIRELLA: (entra) Oi, desculpa atrapalhar vocês, mas eu preciso falar com você babbo.

GIOVANNA: Fica á vontade Mirella, eu já estava de saída. (sorri, sai).

LUIGI: Pode falar querida.

MIRELLA: Eu quero dar uma festa pequena para uns amigos, e queria saber se pode ser no restaurante que fica perto da faculdade.

LUIGI: (abraça Mirella) Meu amor você não precisa pedir, o restaurante é seu também.

Cena 11

Sala

PAOLA: (entra com Alanis, estão com sacolas de compras, sorri) Alanis gostei de ir ao shopping com você hoje.

ALANIS: (olhando a casa, sorri) Eu também Paola… A sua casa e linda.

PAOLA: Obrigada, vou te mostrar o resto, que tal se fossemos hoje dançar? Você topa?

ALANIS: Sim! (sorri) Eu adoro sair para dançar e conhecer gente nova.

PAOLA: Eu vou colocar essas coisas no meu quarto e já venho.

LUIGI: (sai do escritório com Mirella, olha Alanis, sorri) Quem é essa bela ragazza(“menina”)?

PAOLA: É a minha nova amiga Alanis, Alanis esse e meu pai, Luigi Fiore, e minha irmã Mirella.

ALANIS: (olhando sedutora para Luigi) Muito prazer.

LUIGI: (olhando Alanis) Vocês se conhecem de onde?

PAOLA: (pega Alanis pela mão) Babbo chega de perguntas, Alanis e eu temos que sair, mas antes vou mostrar meu quarto á ela. (sobe as escadas levando Alanis).

MIRELLA: Aposto que essa Alanis é modelo, ela leva jeito.

LUIGI: Linda… Muito linda.

Cena 12

Á noite/Restaurante

JONAS: (está esperando Giovanna, estranha o restaurante estar vazio).

GIOVANNA: (entra, olha Jonas sorri).

JONAS: (se levanta) Você está linda meu amor.

GIOVANNA: Obrigada… (se senta).

JONAS: (se senta) Giovanna… Você sabe por que o restaurante está vazio?

GIOVANNA: Eu o reservei para nós…

JONAS: (sorri) Entendi… Meu amor você ainda não me beijou.

GIOVANNA: (olhando Jonas nos olhos) Não beijei e nem vou ter mais o desprazer de te beijar. (toma vinho).

JONAS: Como?

GIOVANNA: Isso que você ouviu… Seu idiota. (sorri).

JONAS: Giovanna se você estiver fazendo alguma brincadeira não tem graça.

GIOVANNA: Tem sim, eu ri muito da sua cara esses meses… Foi tão fácil fazer você me dar seus bens… Sua empresa… Alias hoje ela já esta com meu pai e ele vai abrir um restaurante, ou seja, sua empresa será demolida. (sorri).

JONAS: Eu não estou entendo… (olhando muito Giovanna).

GIOVANNA: Não? Vou ser mais clara, eu estava te usando para destruir a sua família e deixar vocês na miséria e consegui… Entendeu agora?

SUSANA: (entra no restaurante).

GIOVANNA: Agora sim… Chegou quem faltava. (sorri).

SUSANA: (se aproxima, olha Jonas e Giovanna)… O que vocês estão fazendo aqui?

GIOVANNA: (se levanta, sorri) Eu vim aqui colocar algumas coisas na mesa, entre elas te contar quem estava com seu marido esse tempo todo.

JONAS: (está imóvel).

SUSANA: Por que você faria isso?

GIOVANNA: Pelo simples prazer de ver sua cara quando te falar que eu era a amante de Jonas. (sorri) E que por mim ele te deixou, e eu fiz com que ele fosse se desfazendo de todos os bens de vocês.

SUSANA: (olha Giovanna com ódio).

JONAS: (fica com vontade de chorar).

FIM DO CAPÍTULO  



 

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