Globo 50 Anos – coberturas: Caso Isabella Nardoni

CASO ISABELLA NARDONI

O assassinato da menina Isabella Nardoni, jogada pela janela pelo pai e pela madrasta, chocou o país.

A HISTÓRIA

Na noite de sábado, 29 de março de 2008, a menina Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, foi jogada da janela do prédio onde seu pai, Alexandre Nardoni, morava com a esposa, Anna Jatobá, e seus dois filhos. A princípio, o casal alegou que o crime havia sido cometido por um intruso, mas os dois foram considerados culpados por um júri popular. Suas penas foram 31 e 26 anos de prisão, respectivamente.

EQUIPE E ESTRUTURA

A Globo cobriu o caso da Isabella Nardoni por mais de um mês, diariamente, em todos os telejornais de rede, os locais de São Paulo, e também no Globo Notícia, no Plantão e no Fantástico.

Equipes de jornalistas trabalharam dia e noite, cobrindo promotoria, defesa, polícia, movimentação dos suspeitos e comoção social. César Tralli, José Roberto Burnier, Cesar Galvão,Valmir Salaro, Patrícia Poeta, Walace Lara, Gloria Vanique, Mariana Godoy, Fabio Turci, Ana Brito, Kelly Varrashim, Natalia Ariede, Marina Araújo, Alan Severiano, Carla Modena, Fernando Rocha, Mauricio Ferraz – todos participaram da cobertura.

Entrevistas exclusivas do Fantástico, feitas por Valmir Salaro (com o casal suspeito, os Nardonis) e porPatrícia Poeta (com a mãe de Isabella, Ana Carolina), trouxeram nova luz ao caso e acenderam a opinião pública.

O apresentador William Bonner faz um balanço do episódio: “Publicamos e lamentamos, porque aquilo produziu um luto nacional multiplicado: se, num primeiro momento, foi a dor pela morte da menina, depois passou a ser também a dor causada pelas condições em que essa morte possivelmente teria acontecido, isto é, pelas mãos de uma madrasta e com a conivência do pai da vítima. É uma coisa inaceitável. Acho que brasileiro nenhum que tenha acompanhado essa história será um dia capaz de esquecê-la. É dessas crônicas policiais que ficam para a história de um país”.

Pela cobertura do caso, a editoria São Paulo ganhou o Prêmio Rede Globo de Jornalismo 2008, que foi entregue a Cristina Piasentini, diretora regional de Jornalismo de São Paulo.

DESTAQUES

Primeiras notícias

A primeira matéria sobre o caso Nardoni foi ao ar no domingo à noite, quando o apresentador Zeca Camargo anunciou, no Fantástico: “A morte de uma menina de 5 anos, em São Paulo, está cercada de mistérios. A polícia acredita que ela tenha sido jogada do sexto andar de um prédio”. A repórter Marina Araújo apresentou uma animação simulando a tragédia. O delegado Calixto Calil Filho disse que a versão de tentativa de invasão do apartamento, apresentada por Alexandre Nardoni, não esclarecia o caso.

No dia 31 de março, após o Globo Notícia anunciar o enterro de Isabella, o Jornal Nacional levou ao ar uma matéria de Cesar Galvão sobre o caso. A incoerência da história relatada pelo pai e pela madrasta da menina foi evidenciada após os trabalhos dos peritos. No Jornal da Globo, outra matéria de Marina Araújo deu continuidade à cobertura, com imagens do enterro, onde o avô materno fez um desabafo. Através de ilustrações realizadas com base na planta do apartamento, demonstrou-se que a versão do pai era incompatível com os dados preliminares coletados pela perícia.

No dia 1º de abril, o apresentador Evaristo Costa informou: “Segundo exames preliminares, Isabella sobreviveu à queda do sexto andar”. Sandra Annenberg continuou: “A menina chegou a ser levada a um pronto-socorro, mas não resistiu aos ferimentos”.

Durante a semana, o caso Isabella Nardoni ganhou grande repercussão nacional. Na quarta-feira, dia 2, a apresentadora Renata Vasconcellos resumiu, no Bom Dia Brasil, a situação: “Versões, muitas versões. O caso da menina de 5 anos, que, segundo a polícia, foi jogada do sexto andar de um prédio na zona norte de São Paulo é um desafio para a investigação”. Naquela mesma tarde, o Globo Notícia, apresentado por Fátima Bernardes, foi ao ar com a informação de que a polícia havia pedido a prisão temporária do pai e da madrasta de Isabella.

No Jornal Nacional, uma matéria de Cesar Galvão mostrou a chegada da mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, para depor. Também foi ao ar o depoimento de um dos vizinhos, que não quis se identificar. O Jornal da Globo seguiu com uma reportagem de Alan Severiano sobre a nova perícia realizada pela polícia.

Pai e madrasta

No dia 3 de abril, o Bom Dia Brasil começou falando sobre a expectativa da apresentação à polícia do pai e da madrasta de Isabella, que tiveram a prisão preventiva decretada. No Jornal Hoje, o apresentador Evaristo Costa leu uma carta enviada por Alexandre Nardoni, na qual ele se dizia inocente. Na segunda edição do Globo Notícia, Fátima Bernardes informou que o casal suspeito se apresentara à polícia.

Os assassinos de Isabella, seu pai e sua madrasta

Jornal Nacional mostrou imagens dos acusados chegando à delegacia. No encerramento do telejornal, o repórter José Roberto Burnier entrou ao vivo da delegacia. O Jornal da Globo informou que o casal suspeito havia sido encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito. O delegado Aldo Gagliano Junior esclareceu que a detenção dos suspeitos se devia a algumas contradições e esclarecimentos.

Na sexta-feira, 4 de abril, a cobertura do caso seguiu em todos os telejornais da emissora. No Bom Dia Brasil, as repórteres Ana Brito e Gloria Vanique entraram ao vivo da frente das delegacias onde estavam Alexandre Nardoni e Anna Jatobá.

A comoção social que o crime causou foi retratada em matéria de Kelly Varraschim para o Jornal Hoje. A apresentadora Sandra Annenberg informou que havia conversado, por telefone, com a mãe de Isabella, que não quis gravar entrevista. Evaristo Costa resumiu: “Há uma semana, o país inteiro não fala de outra coisa. De repente, a vida dessa família mudou e passamos a sentir a perda de alguém que nem conhecíamos”.

Jornal Nacional começou com Fátima Bernardes: “O promotor fala sobre a morte da menina Isabella Nardoni”. William Bonner completou: “Diz que o pai e a madrasta deram versões fantasiosas”. O repórter Fabio Turci salientou as inconsistências do caso, destacadas pelo promotor de acusação, Francisco Cembranelli, em entrevista. Matérias de Mauricio Ferraz e Valmir Salaro também foram ao ar.

Cronologia do crime

Fantástico do dia 6 de abril, o repórter Fabio Turci refez todo o trajeto percorrido, de carro, pela família na noite de sábado. De acordo com a investigação, Isabella teria sido assassinada entre 23h30 e 23h50. Em seguida, uma reportagem de Valmir Salaro confrontou fatos e versões: teria a morte de Isabella sido provocada por asfixia ou pela queda? Se o pai relatou que a deixou dormindo em seu quarto, por que a menina foi jogada do quarto dos irmãos? Se Isabella foi deixada trancada sozinha no apartamento, quem teria entrado? E como? O repórter ainda informou que a perícia já havia concluído que a tela de proteção, localizada no quarto de onde a menina havia sido jogada, fora cortada com uma faca e uma tesoura.

Em seguida, Patrícia Poeta chamou, ao vivo, dos estúdios de São Paulo, o promotor do caso, Francisco Cembranelli, que foi entrevistado por Valmir Salaro. César Tralli também entrevistou ao vivo o advogado do pai e da madrasta, Marco Polo Levorim.

Por telefone, Ana Carolina Oliveira falou com Patrícia Poeta sobre sua gravidez, ainda na adolescência, sua relação com a filha e a última vez que as duas se falaram. Foram 26 minutos seguidos de matérias sobre a tragédia. Ainda durante essa edição do programa foi ao ar uma entrevista de César Tralli com o avô paterno de Isabella, Antônio Nardoni.

Novas pistas

Durante a semana seguinte, a Globo acompanhou de perto o desenrolar do caso. No Jornal Hoje de 7 de abril, a apresentadora Sandra Annenberg conversou, por telefone, com a tia paterna da menina, Cristiane Nardoni, que negou qualquer envolvimento do irmão. A repórter Gloria Vanique entrou ao vivo, em seguida, explicando que as roupas usadas pelo casal estavam sendo analisadas pela perícia. O repórter Walace Lara noticiou o pedido de habeas corpus feito pelos advogados de defesa do pai e da madrasta de Isabella.

À noite, no Jornal Nacional, uma matéria de César Tralli informou as últimas conclusões da investigação, com base nos resultados de uma nova perícia: o assassino de Isabella teria agredido e esganado Isabella com as mãos, dentro do apartamento, antes de jogá-la do sexto andar.

Imagens inéditas foram ao ar no dia 8 de abril, no Jornal Nacional. A matéria de Cesar Galvão mostrava a filmagem das câmeras de segurança do supermercado por onde a família Nardoni havia passado horas antes do crime: parecia o retrato de uma família harmônica e feliz. No dia seguinte, o repórter Mauricio Ferraz informou, também no JN, que a quebra de sigilo telefônico dos suspeitos e de seus familiares havia sido pedida.

Até aquela data, 37 pessoas já haviam prestado depoimento, e outras 11 seriam ouvidas. A delegada responsável pelos depoimentos, Renata Helena Pontes, declarou então que o caso já estava 70% solucionado.

Habeas corpus

O apresentador Márcio Gomes abriu o JN do dia 11 de abril com a seguinte manchete: “A justiça acolhe os pedidos dos advogados de defesa, e o pai e a madrasta de Isabella saem da cadeia em São Paulo”. Em matéria, José Roberto Burnier falou sobre a decisão de soltar o casal, que havia partido do desembargador Caio Cangaçu de Almeida. A polícia aguardava apenas a liberação dos laudos para encerrar as investigações. O promotor Francisco Cembranelli declarou: “Há informações preliminares e categóricas do Instituto de Criminalística que nos permitem concluir e vincular o casal aos ferimentos sofridos por Isabella e ao que ocorreu propriamente dito na cena do crime”.

No Jornal da Globo, em entrevista por telefone com Marina Araújo, o promotor informou que diferentes vizinhos haviam escutado uma briga entre o casal Anna Jatobá e Alexandre Nardoni pouco antes da queda de Isabella.

No Fantástico de 13 de abril, a cobertura prosseguiu. Uma matéria com a cronologia dos fatos, novas pistas e a espera pelos resultados da investigação foi ao ar ainda no primeiro bloco, inteiramente dedicado ao caso. O repórter Caco Barcellos entrevistou, em Campinas, o desembargador que determinou a liberdade do casal, Caio Canguçu de Almeida. Ele afirmou que as suspeitas que recaíam sobre o casal não eram suficientes para mantê-los presos. Também foram entrevistados o promotor de acusação, o advogado de defesa, a irmão e o pai de Alexandre Nardoni.

Testemunhas mudam a direção das investigações

No dia 14, o Jornal Nacional teve acesso exclusivo aos depoimentos de Anna Jatobá e Alexandre Nardoni. No dia seguinte, o telejornal exibiu uma entrevista exclusiva, realizada porCésar Tralli, com duas testemunhas-chave da investigação: um casal que morava num prédio vizinho ao edifício onde ocorreu o crime. Uma reportagem de Cesar Galvão apresentou as três hipóteses de causa mortis de Isabella Nardoni: estrangulamento, convulsão, ou parada respiratória provocada pela queda de quase 20 metros de altura.

No dia em que Isabella completaria 6 anos, 18 de abril, foi ao ar, no JN, uma matéria com homenagens prestadas à família e à menina. O casal de suspeitos havia sido intimado a prestar novo depoimento. Os repórteres Mauricio Ferraz e César Tralli fizeram reportagens com detalhes exclusivos obtidos nos laudos que comprovavam o envolvimento direto do casal na morte da criança. O conteúdo dos três laudos foi apresentado: o do IML, sobre o corpo de Isabella; um fornecido pela criminalística, sobre o horário de entrada do carro na garagem do prédio; e um último sobre cenário do crime, feito pelo Núcleo de Crimes Contra a Pessoa. Através dos laudos, foi possível afirmar que Alexandre Nardoni havia jogado a filha do sexto andar, e que as marcas de esganadura no pescoço da menina eram compatíveis com as mãos da madrasta.

Entrevistas exclusivas

Isabella e a mãe

Uma entrevista exclusiva com os suspeitos, realizada pelo jornalista Valmir Salaro, foi ao ar no Fantástico do dia 20 de abril. Durante 35 minutos, Alexandre Nardoni e Anna Jatobá se emocionaram e se declararam inocentes.

Prédio que Isabella foi assassinada

No Jornal Nacional do dia seguinte, uma reportagem de Mauricio Ferraz confrontou a versão contada pelo casal com as conclusões dos laudos: havia várias discrepâncias. Uma reportagem de Graziela Azevedo mostrou a opinião dos psiquiatras forenses Marcos Pachedo Ferraz e Isa Kabacznik sobre a entrevista – ambos concordaram que as falas dos suspeitos pareceram ensaiadas.

Uma matéria de Rodrigo Bocardi sobre a conclusão dos laudos foi ao ar no Jornal da Globo: Isabella havia sido asfixiada por três minutos, na sala da casa, antes de ser jogada.

Na manhã do domingo, 27 de abril, a reconstituição do crime foi feita com 14 pessoas. Anna Jatobá e Alexandre Nardoni se recusaram a participar e foram representados por agentes da polícia. No Fantástico daquela noite, foram exibidas reportagens de José Roberto Burnier, César Tralli,Rodrigo Bocardi, Mauricio Ferraz, Mariana Ferrão, Ernesto Paglia e César Menezes. Após a reconstituição, a polícia descartou qualquer possibilidade de uma terceira pessoa ter estado no local do crime.

Pai e madrasta de Isabella em entrevista

No dia 2 de maio, O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, ao inquérito policial completo contendo os três laudos. Em 7 de maio, o juiz Maurício Fóssen aceitou a denúncia do promotor Francisco Cembranelli e decretou a prisão preventiva de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá. Como informou José Roberto Burnier na mesma edição do JN, os advogados de defesa anunciaram que entrariam com um pedido de habeas corpus para tentar revogar a prisão preventiva do casal. Foi marcado, para o dia 28 de maio, o interrogatório dos réus.

No JN do dia 13, José Roberto Burnier informou que o habeas corpus havia sido negado e que Alexandre Nardoni fora transferido para o Centro de Detenção Provisória de Guarulhos. Quatro dias depois, César Menezes noticiou no JN que o pai de Isabella havia sido transferido novamente de presídio, desta vez para Tremembé (SP).

Fantástico do dia 11 de maio exibiu a entrevista exclusiva dePatrícia Poeta com Ana Carolina Oliveira, mãe da menina assassinada, que até então não havia se pronunciado.

“Eu comprei umas flores e fui até a casa da Ana Carolina, em São Paulo. Disse que, se um dia ela quisesse falar, eu estaria à disposição. A história (da morte da Isabella) foi indo num crescente, e ela não falava. Um belo dia, ela disse que aquele era o momento de falar”, conta a apresentadora Patrícia Poeta.

Em março de 2009, ao completar um ano da morte de Isabella Nardoni, Patrícia Poeta entrevistou novamente a mãe da menina para o Fantástico. Em abril, a apresentadora recebeu o Prêmio de Grande Furo de Reportagem pela entrevista com Ana Carolina Oliveira.

Os réus

Jornal da Globo de 20 de maio noticiou que o perito Jorge Sanguinetti havia sido contratado pela família dos réus para contestar os laudos feitos sobre a cena do crime. Sanguinetti ficara conhecido ao contestar a perícia feita no assassinato do ex-tesoureiro de campanha de Fernando Collor, PC Farias.

“Os réus falam à justiça. Alexandre Nardoni e Anna Jatobá prestam depoimento sobre a morte de Isabella”, anunciou Fátima Bernardes na escalada do Jornal Nacional do dia 28 de maio, quase dois meses após o crime. O casal, que prestou depoimento por mais de seis horas, continuou negando as acusações e declarando inocência.

Em junho de 2008, três desembargadores da Justiça decidiram que Alexandre Nardoni e Anna Jatobá deviam continuar presos. Os telejornais de rede acompanharam os depoimentos das vítimas do caso.

O julgamento

Reconstituição do crime

No dia 24 de março de 2009, o repórter José Roberto Burnier informou, em matérias para o Jornal Nacional e o Jornal da Globo, que o casal Nardoni iria a júri popular. No Fantástico do dia 4 de abril, Carla Modena fez uma matéria explicando como seria feita a escolha do júri, composto por sete pessoas sorteadas.

“Quase dois anos depois, o casal Nardoni vai a júri popular pela morte da menina Isabella”, anunciou o apresentador Márcio Gomes na abertura do Jornal Nacional. O julgamento, que começou em 22 de março de 2010, durou cinco dias e foi acompanhado pelos repórteres da Globo, dentro e fora do Fórum de Santana (SP). Nos telejornais de rede foram mostradas ilustrações das cenas do julgamento e resumos dos depoimentos.

No dia 26 de março, o repórter César Tralli entrou ao vivo no Jornal Nacional informando que o julgamento terminaria até a meia-noite daquele dia.

Condenação à pena máxima

Um Plantão, apresentado por William Waack e Christiane Pelajopouco antes do Jornal da Globo, revelou um áudio do juiz Maurício Fossen lendo a sentença de condenação de Anna Jatobá (26 anos e 8 meses de reclusão) e Alexandre Nardoni (31 anos e 10 dias). O repórter José Roberto Burnier mostrou a reação da multidão em frente ao Fórum de Santana.

Dois anos após o crime, no dia 28 de março de 2010, o Fantásticofez uma cobertura especial e detalhada sobre o julgamento que havia ocorrido durante a semana anterior. Entre as matérias, foi exibida uma entrevista com Ana Carolina Oliveira sobre sua participação no julgamento da morte da filha.

FONTES

Depoimentos concedidos ao  Memória Globo por: Patrícia Poeta (09/03/2012) e William Bonner(07/03/2012) ; Bom Dia Brasil (30/03/08 a 30/05/08); Fantástico (30/03/08 a 30/05/08; 01/03/09 a 31/03/09, 04/04/09 e 28/03/10); Globo Notícia (30/03/08 a 30/05/08); Jornal da Globo (30/03/08 a 30/05/08) Jornal Hoje (30/03/08 a 30/05/08); Jornal Nacional (30/03/08 a 30/05/08; 24/03/09; 22 a 27/03/10).



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